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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

As Azenhas do Rio Neiva

Azenhas

Na margem

A cadeia

Há já alguns anos que não íamos até às azenhas de S. Paio de Antas. Por insistência da J., decidimos fazer uma bela caminhada, agora balizada, junto ao Rio Neiva.
Numa tentativa de pisar os caminhos que dantes as pessoas da terra percorriam, de foles ao ombro, (e quem me dera ver estes documentários!) levando o milho em grão até as azenhas e regressando depois com a sua farinha, tentámos mostrar às nossas filhas a história rural dum Portugal doutros tempos, ainda não muito longínquos.

O descanço

domingo, 14 de setembro de 2008

A ribeira

É preciso descer, descer, descer... até o rio Seia, mas a gente daqui sempre chamou de "A Ribeira".



O moínho

A beira da ribeira

Havia moínhos, burras carregadas para baixo, burras carregadas para cima com o milho.
Havia gente.
Fazia-se vida a beira da ribeira.
O linho era là lavado e na altura da matança, as tripas também.

Havia gente na ribeira.
Iam là pescar e os miudos, tais uns peixes, a nadar no açude.

Hoje, a ribeira não atraia a gente. Foi lentamente desertada.
Raramente cruzo-me com pescadores. O javali atraíu o caçador.
Para là do açude, no entanto, as lontras regressaram. Poucos sabem, nós e uns poucos poetas que por là se inspiram.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Na Serra







Subimos à Serra do Açor.
Percorremos a Mata da Margaraça.
Molhamos os pés na Fraga da Pena.
Embriagamo-nos com os seus perfumes.
...
Um pique nique cuidadosamente organizado por elas.

Um dia que despertou todos os sentidos.

domingo, 13 de julho de 2008

A caminho de Travancinha





No penedo do João Brandão.